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  • Parto sem Medos Hypnobirthing7

    Gravidez serena e experiência de parto positiva

Testemunhos

Um dos passos do Hypnobirthing é rodear-se de histórias positivas.
Assim que podem, os pais Hypnobirthing contam-nos a sua experiência porque reconhecem que a sua partilha é importante para futuros pais, como foi, um dia, para eles. Ajude outros futuros pais contando-nos a sua história.

"Faz hoje três semanas da experiência mais incrível que vivenciei e que nunca imaginei viver!
Passo a resumir-lhe muito rapidamente o trabalho de parto e parto que vivi: pelas 2h30 acordei com as primeiras contrações dolorosas depois de, ao deitar, ter finalmente colocado no telemóvel (como me tinha sugerido) algumas das músicas que me dizem alguma coisa e que já não ouvia há algum tempo; entre essa hora e as 6h estive a ouvi-las; as contrações não tinham um intervalo certo mas variavam entre 25min e 15min; entre as 6h e as 8h adormeci 😊 estava cansada por ter dormido pouco; levantei-me com algum desconforto, convencida que seria esse o dia, mas não tão cedo, “lá para o final do dia” – pensava eu; por isso tranquilamente tomei o pequeno almoço e pelas 8h30 comecei a registar as contrações que surgiram mais fortes e menos «intervaladas por essa hora; acordei o pequeno e oferecemos ao pai os presentes do dia do pai; pelas 9h30 escrevi os últimos e-mails de trabalho para que tudo ficasse tratado e avisei o pai que teríamos de ir para a maternidade, por volta das 9h45 avisei-a 😊 e o pai levou as malas para o carro, quando chegou junto de mim, achou que já não teria condições de me levar em segurança e ligou para o 112, os bombeiros chegaram cerca das 10h20 com a intenção de me levar à maternidade mas já não havia tempo, a bolsa rompeu nessa altura e três puxos depois a Mimi estava connosco! Foi surreal e maravilhoso, uma experiência empoderadora e de puro amor. Tudo fez sentido e tudo correu bem.
Graças a Deus.

Lembro-me do primeiro Gravidário em que participei em que muitas das outras participantes fizeram menção aos receios que tinham, recordo “a dor”, e o quanto “as histórias” ou as pessoas pouco positivas as assombravam.
Quando a Maria perguntou se alguém tinha alguma questão, ganhei coragem e perguntei-lhe “e se a “história” tiver sido vivenciada por nós, num parto anterior?!”.
Recordo-me que foi particularmente doloroso para mim colocar a questão e ouvir a sua resposta deu-me algum ânimo, mas a fé num bom resultado não "adquiri” na mesma medida. Tinha na altura 32 semanas de gestação.
Depois de muito pensar e ponderar, contactei-a por volta das 35 semanas e voltei a expor a minha experiência de parto anterior, no questionário inicial e novamente na primeira sessão.
Recordo também a questão que me colocou relativamente ao local do parto, à qual respondi que “precisava “fazer as pazes” com o local onde o primeiro parto tinha decorrido”.

Após a experiência deste parto percebi que afinal precisava de “fazer as pazes” comigo mesma e acima de tudo acreditar em mim, nas minhas capacidades.

Agradeço o seu acompanhamento e agradeço sobretudo o caminho que percorre com grávidas e agora profissionais no sentido de oferecer às mulheres o seu lugar no parto dos seus filhos, dando-lhes a confiança que nem sempre têm."

Afinal precisava de “fazer as pazes” comigo mesma e acima de tudo acreditar em mim

Sandra- Coimbra

"No sábado, dia 27 à noite já sentia umas ondas potentes, embora só com ligeira dor. A noite passou e domingo, logo de manhã, eu sentia que tinha começado a nossa festa!
Tive comigo a minha melhor amiga desde as 11h30, já que o L. estava a trabalhar. Ela trouxe comidinha boa, fomos passear, aproveitar o Sol que pedia mesmo esse passeio. Com isto, as ondas foram aumentando, embora irregulares, com alguma dor associada. Aí eu já estava quase certa de que não se tratava de fase prodromal, como tinha acontecido nos últimos dias, mas o início efetivo do trabalho de parto.
Pelas 17h as ondas foram ficando mais intensas, então deitei-me a descansar. Aí, a respiração ascendente, que já normalmente relaxava, foi fundamental para gerir as ondas e conseguir descansar entre elas.
Entretanto, o L. chegou, já estava a ter ondas regulares de 10 em 10 minutos, pelas 17h30. Tomei banho, vesti-me, e senti que tudo estava a evoluir muito rapidamente. Eram 18h30 e já estava a ter ondas de 5 em 5 minutos, então, ligámos para a Póvoa e disseram que seria bom sairmos logo que possível, tal como eu desconfiava.
Pelas 19h30 estávamos a saír de casa, ainda para levar o nosso cão ao hotel. O que eu temia que pudesse acontecer, que era estagnar o TP, não aconteceu! Ao contrário do que imaginava, quis ir em silêncio, sem música a tocar, mas já ia naquele transe bom do TP.
Cantámos algumas músicas e foi muito mágico. Aí já estava a vocalizar imenso, a chamar as ondas, a sentir que estavam cada vez mais poderosas, sempre num registo de entrega que até me arrepiava.
Ao chegar ao hospital, pelas 21h, entrámos na zona de consultas, sem saber que tínhamos de ir pela urgência. Demos a volta ao edifício, entrei nas urgências, o Luís ficou a fazer o registo e a aguardar teste de covid. Quando subi, fui fazer o exame CTG, e tive a consulta com os médicos. Foi aí que percebi o quão atípico estava a ser aquele dia, no Hospital. Estavam tantas mulheres a entrar em TP, que eles nem conseguiam fazer os registos e estavam a ter dificuldade em fazer corresponder os maridos às parturientes.
Ao médico que me fez o toque, pedi que não me dissesse quanta tinha de dilatação. A médica foi desagradável, brusca, nem me emprestou a caneta para assinar o consentimento informado. No entanto, e isto é uma das coisas que devo ao Hipnoparto e ao nosso treinamento, consegui não me deixar afetar por isso, mantive a minha paz, o meu controlo sobre a situação, ir ao meu lugar seguro no meio do caos que estava o serviço naquele dia!
Depois, estive com a enfermeira parteira, já me senti bem mais acolhida, já estava com ondas de 3 em 3 min, cada vez mais intensas, ela respeitou sempre o tempo que eu precisava.
Falei-lhe quando pude, expliquei a minha fístula, ao que ela me responde “é por isso que está aqui connosco? Muito respeito por isso, pela escolha de vir para cá por esse períneo. Vou passar a mensagem.” Ouvir aquilo foi um bálsamo.
Daí, segui-a para fazer o teste de covid, e foi quando ela me informou que, dada a grande afluência naquela noite, não tinham bloco de partos privativo para nós, pelo menos para já. Tive que decidir se seriamos transferidos, ou se esperava que vagasse. Optei imediatamente por ficar, sabia que ia conseguir gerir a situação mesmo com todos estes imprevistos! Então, daí fui para uma enfermaria com 4 camas, já 3 estavam ocupadas, e só aí é que o L. veio ter comigo. (num dia normal, após a confirmação do TP ativo, iríamos diretamente para um bloco privativo e lá faríamos o teste de covid e aguardar o resultado)
Nesta enfermaria, o espaço era exíguo. Era o espaço para a cama, mesa de cabeceira e pouco mais. Mesmo assim, fechámos as cortinas, pedi ao luis para pôr tudo (as luzes, as afirmações, as fotos, o creme-aroma, aquecer o saco de arroz para a lombar e usei os tampões para os ouvidos, que ajudaram bastante a sentir-me isolada, pelo menos durante algum tempo). Usei o chuveiro, durante algum tempo, mas também não queria tirar a vez a outras mulheres que pudessem precisar. Então, para perceber se havia evolução, pedi para me fazerem o toque e aí já quis saber quanto tinha, que era 5cm. Decidi esperar mais um pouco, ir à bola de pilates (para a qual quase não havia espaço) mas estava a sentir-me condicionada por estar com mais pessoas.
Pedi novo toque, cerca de 2h depois, e a dilatação estava igual, 5cm. Então não esperei mais, pedi epidural, pois as dores estavam muito intensas e nem sequer estavam a ter resultado. Foi a melhor decisão que tomei, dada a situação. Falta de privacidade, de espaço para movimentar, não saber quanto tempo ia demorar até termos o nosso bloco, tudo isso, fez “parar” a dilatação, mesmo com ondas fortes. De facto a epidural moderna é completamente diferente da que tive com a Leonor. Sentia tudo à mesma, mas pude relaxar e descansar.
Nisto, eram cerca das 2h da manhã quando nos dizem que já têm bloco privativo para nós! Fomos para lá, e a partir daí a dilatação voltou a acontecer (viva a privacidade!)! Movimentei-me, dançámos, cantámos! o Luís também tinha conseguido descansar, durante a minha epidural, o que foi fundamental para a fase final do TP. O saco de águas só rebentou aí, já aos 7cm de dilatação! Pouco depois já senti vontade de fazer força e senti o sacro a ser empurrado.
Chamei a Enfermeira, pedi o toque, e ela confirmou que já tinha dilatação completa! A partir daí, julgo que foram cerca de 3h até o V. nascer, no banco de parto e com muito movimento, verticalidade, amor, massagens e pressão nas costas feitas pelo L! Ele e as enfermeiras sempre a incentivar-me, eu a achar que não estava a resultar e não ia conseguir, e eles sempre a dar-me força! Puseram um espelho, para vermos o decorrer do parto, pude ver e sentir com as mãos, sentir os tecidos todos molezinhos e relaxados (bendita relaxina)!
Não havia sinais da fístula, era como se não estivesse lá nada! Isso fez-me, mais que nunca acreditar que o meu instinto sempre esteve certo! Mesmo indo contra algumas opiniões, estava a ter o meu Parto-Cura! Estava a acontecer! Pouco depois o Vicente estava a coroar eu já o conseguia ver e tocar!
Eram 6h02 da manhã de dia 29 de março, quando com um derradeiro puxo e a minha ajuda com a mão, o V nasceu, quase sem lacerar a Mãe, quase todo de uma vez e eu o trouxe para o meu peito! Foi, sem sombra de dúvidas, o momento mais intenso, transformador, revelador da própria sabedoria do meu corpo, da qual duvidei durante tanto tempo! Foi como um renascer. Foi um perceber com propriedade que temos tudo em nós para fazer os nossos partos, e que quem nos lacera (e dilacera) é o próprio sistema que impõe tempos, substâncias e intervenções rotineiras quase sempre desnecessárias.
Durante todo o processo e os seus imprevistos, estiveram sempre presentes as afirmações, a respiração, as visualizações e o efeito calmante do toque e voz do L, bem como a potência do seu incentivo na fase final, que me fizeram sentir uma deusa!
Tanta coisa podia ter feito desviar o TP, fazer-me sentir desesperada, mas isso não aconteceu! Foi fundamental aquilo que nos ensinou, o seu incentivo e a construção desta nossa confiança! Foi fundamental termos escolhido aquela Casa, aquelas pessoas para nos acolherem e deixámos isso bem patente!
Já no final do internamento, antes de termos alta, perguntei com quantos cm de dilatação cheguei, e eram 5 na altura da admissão. Isto fez-me perceber ainda mais a importância da privacidade! Se tivéssemos ficado em casa mais tempo, o V teria nascido cá ou no carro!
Este pós-parto está a ser divino, reflexo da experiência tão positiva que foi o parto. E quando assomam alguns pensamentos menos bons, sei como os tratar e como os fazer desaparecer, com calma, serenidade e atenção plena!
Bem dizia a Maria, o que aprendemos tem ajudado mesmo depois do parto e também isso é de louvar!
Não sei como agradecer mais. Recomendo o seu acompanhamento a todas as grávidas que conheço! Todas as famílias merecem ter uma experiência positiva e empoderada como a que nós estamos a ter."

Foi como um renascer- Parto-Cura

Inês- Ílhavo

"Boa noite Maria
Só para informar que esta pequenina nasceu hoje. Acho mesmo que apenas esperava pela nossa sessão online para escolher o seu dia.
Foi um parto com total conexão comigo mesma e com o meu corpo. Rotura de bolsa às 22h30, inicio de contrações as 23h, 0h30, chegada ao hospital em período expulsivo, e 1h00 nascimento da A. num parto verticalizado de gatas.
Foi única e tão maravilhosa, esta experiência!
Até para a própria equipa de enfermagem que estava. Sentiram confiança e empoderamento e deixaram levar. Um parto ainda mais cor de rosa do que teria imaginado.
Totalmente natural, sem Episiotomia, sem químicos e com total conexão comigo e com a minha bebé.
Obrigada pelas suas dicas e palavras nesta reta final de gravidez!
Muito muito sucesso para esta sua missão, tornar o parto na experiência mais maravilhosa e empoderadora na vida de uma mulher. "

Foi única e tão maravilhosa, esta experiência!

Carla- Viseu

Na noite de Sábado comecei a sentir as ondas que se foram intensificando com o passar das horas. No domingo de manhã já estava com intervalos de 2 minutos. Tomei banho, preparei as coisas e fomos para o hospital.
13h45- chegada ás urgências.

Estava tranquila, fiz uma viagem calma, sem stress nem medos, sempre acompanhada das respiração 4/8 e com a sessação de que tudo ia correr bem.
Á chegada ao hospital disseram-me que provavelmente ia voltar para casa pois só tinha 1 cm de dilatação. Após o CTG decidiram internar-me pois as ondas continuavam regulares de 2 em 2 minutos.

16h- internamento - Dirigi-me ao quarto onde ia ficar com uma enfermeira com quem falei cerca de 15 mns sobre o meu plano de parto. Fiquei animada por saber que todas as práticas importantes para mim eram implementadas no hospital.
Até aqui toda a equipa que me recebeu foi calorosa, profissional e amável. Sentia-me confiante e em boas mãos.

Fiquei no quarto sozinha com monitorização das ondas e a ouvir os áudios da Maria para me tranquilizar e preparar para o parto.
Foi aqui que o meu estado de tranquilidade se alterou com a entrada de uma parteira que se dirigiu a mim e disse:
- "Você é aquela com o plano de parto? Diga-me lá o que é que você quer?"
Respondi amavelmente que quero o que todas as grávidas querem e fui resumindo o que era mais importante para mim.
O meu plano de parto era simples e flexível e dividia-se em 3 colunas:
- O que eu desejava que acontecesse
- O que eu estaria disposta a aceitar caso não corresse como esperado
- O que eu não permitia
A parteira foi entrando e saindo, muito irritada porque a monotorização estava a falhar, segundo ela, devido à minha barriga "demasiado empinada".

Nesta fase eu já me estava a sentir um pouco nervosa pois a atitude dela estava a deixar-me desconfortável.
Quando veio para avaliar a minha dilatação já tinham passado algumas horas e, para além de me ter magoado, e ter sido extremamente bruta em relação às 2 outras enfermeiras que já tinham feito o mesmo procedimento, disse.me "você nem sequer está em trabalho de parto". Eu respondi que as ondas continuavam bastante e ela retorquiu "não, não estão" e foi embora.
tentei ao máximo ignorar as entradas dela no quarto, ouvir os seus áudios, pois naquela altura a Maria era a única amiga que eu tinha para me acalmar.
Apesar de ir falando com o meu marido, não mencionei esta situação para não o preocupar e também para não escalar os meus sentimentos negativos em relação ao que se estava a passar.
Ao segundo toque para a dilatação, por volta das 22h30 eu estava apenas com 3 dedos de dilatação e, mais uma vez, a parteira voltou a fazê-lo de tal forma que achei que não estava a ser tratada da forma devida.
Enviei mensagem a uma amiga que trabalho neste hospital e que me disse que o turno terminava ás 23h e provavelmente ela iria embora. O meu coração sossegou.
Por volta da meia noite a minha vizinha enviou-me uma mensagem a dizer que já tinha falado com a colega que entrara de serviço e lhe tinha dito que no meu plano eu me recusava a levar Epidural e fazer Oxitocina. É certo que não era a minha preferência mas nunca me recusei a estas práticas se fossem necessárias.
A enfermeira veio falar comigo e aconselhou-me estes dois procedimentos pois eu não estava a fazer a dilatação e as ondas eram cada vez mais fortes e intensas. Acedi.

01h00- Levei Epidural e comecei a Oxitocina, não tive qualquer receio de agulhas*, nem me senti mal ou desmaiei como era o meu receio. Estava novamente calma e tranquila.

03h30- Deu-se o rompimento da bolsa

06h00- já estava com dilatação completa e começa o parto

06h34- nasce o Simão! Foi um momento mágico, sem dor, nem medos, nem traumas nem energias negativas.
Acredito que o meu Simão não quis nascer nas mãos da outra parteira, a equipa que me fez o parto foi a mais espetacular e perfeita que podia ter tido. Ele quis esperar para que eu e ele ficássemos em boas mãos.

O pai assistiu ao parto e, ele que dizia que eu ia desmaiar, afinal quase que caía para o lado :)
Queria deixa à Maria a mensagem de que não houve curso, ou relato, ou leitura, que me tivesse ajudado e preparado mais para este momento do que o seu curso de Hypnobirthing. Acredito que tudo aconteceu da forma mais perfeita, e o seu curso ajudou-me a mudar a perspetiva deste momento para algo positivo e natural. Posso dizer que não fiquei traumatizada, ou com receio de ter um segundo filho, mesmo na circunstância que me poderia ter causado mais stress (a parteira negativa).
Se pudesse deixar um conselho a todas as grávidas seria: Façam o curso de Hypnobirthing
Um grande beijinho e mais uma vez obrigada!
A melhor forma que tenho de lhe agradecer é realmente dar a conhecer a maravilha do Hypnobirthing e recomendá-la a todas as grávidas, que e o que tenho feito.

*Esta mãe começou o acompanhamento com fobia de hospitais e agulhas

Mãe com fobia de hospitais e agulhas

Andreia- Lisboa

"Ola Maria, o meu bebé já nasceu. Mais um Hypnobaby!
Nasceu no dia 9, com recurso a Epidural, Ocitocina e Episiotomia. Não era bem como tinha pleneado mas aceitei pois foi o melhor de acrodo com o sucedido.
Os áudios foram cruciais, bem como todas as técnicas de Hypnobirthing para todas as 55 horas de trabalho de parto, das quais 45 sem analgesia.
Parte do trabalho foi feito em casa, cerca de 28h, super tranquila e bem disposta. Fiz as respirações, ouvi os áudios e foi mesmo importante a preparação que fizemos.
Após cerca de 40h, estava ainda com 5cms e, no hospital, após 12h sem grande evolução, pedi Ocitocina. O meu plano de parto era bem diferente mas tive de agir de acordo com o que estava a acontecer.
E temos connosco um D muito tranquilo que nasceu com 4,060 Kg.
Muito obrigada pelo acompanhamento, foi sem duvida crucial, apesar de um trabalho de parto muito longo, nunca duvidei de que seria capaz. Acreditei sempre até ao fim. "

Apesar de um trabalho de parto muito longo, nunca duvidei de que seria capaz.

Joana- Portimão

"Sabíamos que a gravidez até ao parto seria um periodo um pouco assustador e o objetivo sempre foi viver a experiência ao máximo e eu, particularmente, tinha preferência por fazer tudo de forma natural (sem epidural, parto vaginal e no tempo do bebé, i.e., sem indução).
OHypnobirthing ensinou-me que o nosso bebé SABE, que é também uma pessoa e que aprende. Ensinou-me também que o meu corpo é a casa do nosso bebé e que somos uma equipa..os três.
Daí adveio uma capacidade de atenção maior da nossa parte ao que se ia passando dentro do meu corpo, aos sinais que o bebé dava e, genericamente, maior tranquilidade e menos expectativa: saberíamos como agir na altura do parto porque somos "3 cabeças a pensar" (e 3 cabeças pensam melhor do que uma ou duas!).
As visualizações foram essenciais para não perder o norte, porque o bebé nasceu no período imediatamente pré pandemia e, de alguma forma, já anteviamos o que aí viria.
Apliquei a respiração (especialmente a fase ascendente) acoplada a todos os gatilhos criados (1,2,3 relaxa foi particularmente útil, ainda hoje, comigo e com o bebé cá fora e é motivo de brincadeira carinhosa que também funciona para relaxar em momentos mais stressantes). Pessoalmente, foram importantes as deixas sobre a sabedoria da mãe e do seu instinto porque me sentia insegura neste novo papel.
Gostei particularmente das gravações com a voz querida da Maria, que eram muito boas para dormir e para, descansadamente, preparar todo o caminho até à chegada do bebé. Do facto de poder partilhar mais uma coisa com o meu companheiro: a relação entre nós foi, naturalmente, mudando durante a gravidez (e no pós parto) e a metodologia do hypnobirthing permitiu aproximarmo-nos de outra forma.
Recomendo a outras grávidas SIM!
A minha obstetra, que me tentou convencer a fazer epidural durante todo o trabalho de parto e que tem trinta e tal anos de experiência, só me dizia que, de uma forma muito positiva, eu parecia estar em meditação até à saída do nosso bebé. Acho que isto diz muito.
Foi um parto muito feliz, lembro-me de tudo (mesmo dos momentos mais desafiantes - que foram ultrapassados muito graças a técnicas do hypnobirthing - o que é ótimo porque me dão força para outras coisas na vida) e a Maria foi uma das primeiras pessoas de que nos lembrámos e a quem sentimos necessidade de agradecer logo após o parto.
Obrigada querida Maria! "

A Maria foi uma das primeiras pessoas de que nos lembrámos e a quem sentimos necessidade de agradecer logo após o parto

Inês- Lisboa

A M. R. chegou hoje às 2h20 da manhã. Chegou tranquila, tive um parto muito rápido com muita produção de Ocitocina. A médica até referiu que o meu corpo estava a trabalhar como se ja tivesse tido outros filhos. As ondas estavam suportáveis mas pedi Epidural porque não tinha dormido na noite anterior e precisava de descansar.
Continuei a fazer as respirações e visualizações e rapidamente cheguei aos 10 dedos.
Quando fui para a sala de partos jà estava descansada e a sentir as ondas por isso consegui fazer o trabalho todo sozinha.
Foi lindo!
Não rasquei nada ( foi uma das coisas que visualizava, ter uma descida tranquila).
A M. R. é de uma calma inexplicável, e só tenho a agradecer a tranquilidade que me proporcionou durante toda a gravidez e no dia do parto.

Foi lindo!

Rita- Lisboa

Correu tudo muito bem.
Usei muito o meu lugar seguro para gerir as dores. Um grande obrigada, depois conto-lhe tudo

Usei muito o meu lugar seguro

Vânia- Lisboa

"Ola Maria
Segue abaixo meu testemunho

Eu decidi procurar o Hypnobirthing na minha segunda gravidez pela história que tive na primeira. O trabalho de parto foi muito longo, domiciliar por escolha própria e eu sabia que eu precisava me munir de todas as armas para me fortalecer.
Aquele trabalho era meu e só meu e da minha filha, ninguém o podia fazer por mim.
Eu não tive medo algum, estava super confiante e certa das minha decisões.
Mesmo assim pratiquei os exercícios que a Maria me passou, sabendo que quando chegasse a hora mais difícil (aquela que normalmente pedimos para ir ao hospital) eu conseguisse ultrapassa-la com força e segurança.
Durante o fim da gravidez o Hypnobirthing me trouxe ainda mais empoderamento e plenitude. Eu imprimi todas as falas para repetir mentalmente, preparei o quarto, super orgulhosa de mim.
Quando senti que tinha começado o trabalho de parto mesmo, a cada contração eu me agachava, respirava calmamente e mentalizava "vai passar, eu consigo passar por isso"...
As dores desconfortáveis começaram por volta do meio dia, mas muito suportáveis.
Por volta das 15 e pouco fizemos o toque e advinha? 7cm de dilatação.
Fui para banheira e aí a coisa começou a apertar. A todo momento eu lembrava de respirar e sobretudo acreditar no meu corpo como guia e do meu bebê que estava chegando.
Dia 4/3 16:20 A chegou, foi tão incrível e rápido que eu só lembro de ter sentido dor mesmo, na última hora.
Recomendo muito o Hypnobirthing e agradeço muito a Maria e todo o apoio. Espero que outras mulheres possam ser ajudadas por ela. "

Foi tão incrível e rápido que eu sò lembro de ter sentido dor mesmo, na última hora

Gisely- Lisboa

Rebentaram-me hoje as águas e estamos na CUF. Por enquanto estamos no semáforo verde, deseje-nos sorte!
... Continuação...
Obrigada Maria
Correu tudo bem. Confesso que até acho que consegui controlar bem as ondas uterinas (mais á frente com a ajuda da Epidural) mas de qualquer forma, saber para o qua ia e levar aqueles conselhos do Hypnobirthing comigo foi uma mais valia para estar calma durante todo o trabalho de parto e conseguir controlar melhor a situação.
muito obrigada pelas dicas, foi muito reconfortante.
Obrigada e beijinhos

Estamos com o semáforo verde

Filipa- Lisboa

Tentamos de tudo por via natural mas aparentemente havia uma incompatibilidade feto pélvica. Acabou por ser uma cesariana (o que eu mais temia).
No entanto aceitei a situação e encarei as coisas de maneira muito mais positiva de que estava à espera. Acredito que graças ao Hypnobirthing, ajudou-me imenso a ver o lado positivo das coisas e perceber que o importante é que a minha filha nascesse bem.
Muito obrigada!

Cesariana por incompatibilidade pélvica

Ana- Lisboa

"Tive a sorte de ter uma enfermeira-anjo que me foi compreendendo e defendendo, até sair do seu turno. Permitiu-me caminhar pelos corredores depois do comprimido para a dilatação, sem soro e nessa altura, numa das minhas idas à wc, às 13h30, rebentaram-se as águas de uma forma tão tranquila e eu só dizia que estava tão feliz 😁
Depois a enfermeira disse que tinha que me pôr no CTG de novo mas falou em voltar a caminhar (não voltei).
Comecei a ficar com contrações supostamente fortes e mais regulares e sem sentir dor absolutamente nenhuma!
Depois o médico veio observar e afinal a bolsa tinha rompido apenas um pouco, quis acabar de a romper (eu bem tentei que não), nao foi doloroso, eram 15h15.
Eu disse que queria que se desenrolasse de forma mais natural mas ele estava com pressa - eu só rezava que a cesariana que ele tinha que fazer, o entretesse!
Colocaram-me a Ocitocina sem eu perceber, só percebi quando o médico veio e perguntou porque é que tinham reduzido a dose. As contrações foram ficando cada vez mais dolorosas (claro, processo artificial) e quando senti que ia ser difícil aguentar, pedi epidural, ate lá as respirações, estavam um bocado intensas demais e a enfermeira lá me lembrava para fazer uma respiração mais suave.
Fez efeito, sentia as pernas, apesar de algum formigueiro, mas do lado direito acho que não pegou a 100% e eu sentia alguma dor.
Durante todo este tempo, tanto no CTG antes de caminhar quando depois de voltar ao CTG após as águas me terem rebentado, ouvi as meditações do hypnobirthing, respirei, rezei, ouvi outras meditações e músicas de relaxamento.
Passado pouco tempo da epidural, comecei a sentir um mau estar insuportável (foi a única parte que custou mais), não sabia como havia de estar, só me apetecia subir paredes, percebi que haveria de estar para breve pelas reações das enfermeiras.
E assim foi, levaram-me para outra sala e o médico disse para fazer força quando viesse uma contratação. Acho que fiz força umas 6 vezes, tive que levar episiotomia (o médico disse que poderia rasgar, sendo uma bebe tão grande - 3870kg e 49cm) e ela saiu, num momento maravilhoso, quase orgaásmico!
Foi maravilhoso ver a minha filha pela primeira vez. Apesar das intervenções desnecessárias, foi um parto muito tranquilo! Fiquei muito feliz, mesmo. (...)
A Bianca é uma bebé super tranquila e estamos muito felizes aqui em casa.
Muito obrigada por todo o seu apoio e ajuda, foi muito importante e com toda a certeza que ajudou a ter um parto tão bom, que nunca pensei conseguir! "

Com toda a certeza que ajudou a ter um parto tão bom, que nunca pensei conseguir! "

Núria- Abrantes

"Entrei agora na reta final, a começar as 37 semanas. Estou a enviar-lhe esta mensagem só para lhe dizer que as meditações têm sido a melhor coisa. Têm ajudado a passar todas as fases com muita harmonia e alegria!
Quando comecei a ter mais desconforto a dormir, pelo tamanho da barriga, ou azia, bastava adormecer com alguma meditação e tinha uma noite super tranquila e descansada.
Depois do almoço também tenho treinado e muitas vezes adormeço também, deixando-me muito descansada e cheia de energia para o resto do dia! Obrigada e um beijinho"

Testemunho de final de gravidez

Rita- Lisboa

"O parto correu muito bem e foi uma experiência maravilhosa.
Os áudios ajudaram muito, quase que adormecia. Levei um lenço perfumado que ajudou a tornar o ambiente ainda mais agradável .
A equipa foi muito atenta e humana e fizeram o que pedi, sempre informando dos procedimentos.
Em poucas horas fiquei logo com os 10 dedos de dilatação. Usei a bola de Pilates e tive muito apoio do meu marido para fazer força antes da expulsão. (...)
O balanço foi muito bom e estou muito feliz com a minha experiência e a bebé é o melhor presente.
Grata por todo o apoio e formação que fizeram toda a diferença. Foi um gosto ser acompanhada por si, com profissionalismo, muita dedicação e conhecimento.
Desejo que possa continuar a ajudar grávidas como eu para que possam viver a gravidez com tranquilidade, amor e acima de tudo como experiência positiva.
Um grande beijinho"

O parto correu muito bem e foi uma experiência maravilhosa

Vanda- Lisboa

"Iniciei o hypnobirthing às 36 semanas e logo no primeiro dia que pus em prática os áudios, passei a dormir a noite toda. Para além disso e de me proporcionar uma tranquilidade durante a gravidez, às 39 semanas através de visualizações, consegui que o meu filho que entretanto se tinha sentado novamente, desse a volta e se posicionasse para ter um parto normal, mesmo tendo já cerca de 3,5kg. Quando cheguei ao hospital para fazer a cesariana tive essa incrível surpresa de que ele tinha dado a volta e ao fim de uma semana ele escolheu nascer.
Durante o trabalho de parto estava sozinha num quarto com a máscara e os aúdios e a voz da Maria foram a minha companhia. A Maria tem uma voz muito tranquila e que dá muita confiança. Os aúdios que mais ouvi foram o lugar seguro, 1,2,3 relaxa e as ondas de amor.
Gostei do empoderamento, do esclarecimento do que é um parto natural e respeitado. Gostei de ter o apoio da Maria que foi muito querida e esteve sempre disponível.
A técnica em si permite ter um parto mais célere e com menor dor. Quando cheguei ao hospital tinha 5dedos de dilatação e tinha umas dores muito suportáveis.
Sem dúvida recomendo o hypnobirthing para quem está grávida e pensa em ter um parto normal. Seja primeiro filho ou não. Eu tive um segundo filho e ajudou-me imenso a eliminar medos de parto normal e tudo correu lindamente. Tive o meu filho de forma natural às 40s+4d, sem ajudas, sem induções, sem episotomia, de forma muito tranquila e confiante.
O Francisco é menino muito tranquilo. Tão tranquilo que às vezes estranho se é normal. Será do hypnobirthing? Não sei mas fica aqui a nota.
Muito obrigada, a Maria é uma pessoa que nunca vou esquecer na minha vida.
Um beijinho grande e continue a fazer esse trabalho maravilhoso."

Sozinha num quarto e com máscara, os aúdios foram a minha companhia

Madalena- Braga

"Obrigada Maria!
Correu tudo bem, confesso que até acho que consegui controlar bem as ondas uterinas, mas de qualquer forma saber para o que ia e levar aqueles conselhos todos do Hypnobirthing comigo foram uma mais valia para estar calma durante todo o trabalho de parto e conseguir controlar melhor a situação até á Epidural.
Quem nos acompanhou foi a Enfª C e saber que ela também conhecia e valorizava o Hypnobirthing foi reconfortante.
Muito obrigada e beijinhos! "

Saber para o que ia e levar aqueles conselhos todos do Hypnobirthing comigo foram uma mais valia

Filipa- Lisboa

"Antes de mais quero agradecer a sua preciosa ajuda. As meditações ajudaram muito durante a indução. Ouvi-as vezes sem conta e visualizei :) Queria dizer-lhe que me ajudou muito muito muito. Obrigada!"

As meditações ajudaram muito durante a indução

Carina- Lisboa

"As técnicas de Hypnobirthing foram muito importantes. Aguentei até 5 dedos sem Epidural a fazer os exercícios. Ter o meu marido ao meu lado a transmitir-me calma, 3,2,1, respira ajudaram a trazer este tesouro ao mundo. Foi fundamental e precioso. Obrigada"

Ter o meu marido ao meu lado a transmitir-me calma, 3,2,1, respira ajudaram a trazer este tesouro

Rita- Lisboa

"Merci pous vos conseils em hypnose, j étais trés détendue malgré la situation et les risques de Cesarienne."

Acompanhamento á distância, em francês e em plena Pandemia

Monique- França

"Estamos todos bem. Foi um parto rápido, potente e sem Epidural e o Hypnobirthing foi essencial. A médica até me perguntou se tinha feito algum tipo de hipnose porque se via na minha cara que estava muito concentrada. O pai foi excelente também"

Foi um parto rápido, potente e sem Epidural e o Hypnobirthing foi essencial.

Inês- Lisboa

"O F deu a volta. Tenho 2,5 cms de dilatação e o colo a ficar amolecido. Há alguma meditação para acelerar o trabalho de parto? É normal com o Hypnobirthing não termos dores na dilatação?"

É normal com o Hypnobirthing não termos dores na dilatação?

Madelena- Braga

"Tenho ouvido os áudios quase todos os dias e tem sido das melhores ajudas dos últimos tempos, especialmente por estar no final da gravidez e a viver momentos de ansiedade.
Grata!! "

Das melhores ajudas dos últimos tempos

Mara- Áudio-hipnose

A M nasceu no passado dia 17 e já estamos em casa.
O parto acabou por ter de ser por cesariana, mas durante o tempo em que estive de trabalho de parto activo a respiração e o que treinamos serviu-me para estar calma durante todo o processo e a lidar com as ondas uterinas.
Obrigada!
Beijinhos

Acabou por ser por cesariana mas o que treinamos serviu-me para estar calma

Rosário- Lisboa

"A nossa R já nasceu. Foi uma experiência difícil pois tive de ser induzida pelas 10h e no dia seguinte continuava sem avanços na dilatação. Acabamos por ir para Cesariana após tentarmos de tudo desde a Prostaglandina, Oxitocina até à rotura da bolsa.
O Hypnobirthing ajudou-me a aguentar as 24 horas na sala de partos, a ter calma e a controlar a respiração durante a cirurgia. Durante as contrações fazia sempre a respiração. A recuperação tem sido difícil pois não estava à espera de ir para Cesariana mas tem corrido tudo bem e ela é uma paz de alma.
Muito obrigada pela sua ajuda "

O Hypnobirthing ajudou-me a aguentar as 24 horas na sala de partos

Carolina- Portimão

Olá Maria, a nossa menina já nasceu e correu tudo bem. Obrigada pelo apoio e por poder usar as técnicas de relaxamento que tanto ajudaram a termos o parto natural. Foi mais natural de que estava à espera. Não tive qualquer intervenção, nem Epidural nem Episiotomia. Consegui controlar a respiração e ir para o meu lugar seguro na primeira parte das ondas uterinas (das 5h da manhã até ir para o hospital às 15h)
O facto de ter treinado a respiração e visualizações antes foi crucial para aguentar tantas horas e só ter descontrolado mais para o fim (o ar condicionado do hospital não me ajudou a inspirar profundamente e perdi um pouco o controle mas já estava com 6 cms).
O marido também ajudava com o 3,2,1, relaxa...

Muito muito obrigada mesmo por me ajudar a concretizar este sonho!

2ª viagem, após uma experiência traumática no 1º parto

Elsa- Lisboa

Só para dizer que a A já nasceu. Foi um parto incrível, curto e sem sofrimento, umas 5 horas no total.
Foi essencial para o meu parto domiciliar. Estava com zero medos e super confiante.
Muito obrigada, ajudou-me muito.

Parto na água em casa

Gisely- Lisboa

"Encontrei a Maria na minha procura por Hypnobirthing em Portugal e recomendo vivamente!
Na minha busca por formas de parto mais natural, o Hypnobirthing veio ajudar-me a explorar os meus receios e os do meu companheiro, em várias sessões que foram uma autêntica viagem de auto-conhecimento e de empoderamento em relação a mim, ao meu corpo e à vida.
Estou muito grata porque me permitiu vivenciar e desfrutar da gravidez de uma forma mais aberta, tranquila e plena."

Testemunho de final de gravidez

Mariza- Madrid

Querida Maria, a V Já saiu dos cuidados intensivos e está agora na pediatria internada mas está a correr tudo bem.
Vou dando notícias e estou muito grata por toda a sua atenção e ajuda.
Obrigada por tudo, beijinhos.

Bebé prematuro

Andreia- Ourique

A nossa pequenina nasceu e a M portou-se super bem com os seus ensinamentos.
Muito obrigado pelo papel fundamental que teve nas nossas vidas.

Obrigada pelos ensinamentos!

Luís - Pai Hypnobirthing

A nossa princesa G já nasceu de parto natural e correu tudo bem. Agora estamos a adaptar-nos às mamadas, subida de leite e amamentação. Ela é tão meiguinha, um grande amor, o maior de todos.
Obrigada por tudo, foi uma ajuda muito preciosa.

G já nasceu de parto natural e correu tudo bem, obrigada!

Nicole- Tavira

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